Sunday, October 25, 2009

PSB É 40!

Transformar Formoso!
(Com Ética, Transparência, Conhecimento, ETC)

Xiko Mendes


MOBILIZAR O POVO...
É torná-lo CONSCIENTE!
Transformar Formoso
É deixá-lo DIFERENTE!
O PSB tem um Projeto Novo
Em benefício da nossa Gente!



MOBILIZAR O POVO...
É fazê-lo andar pra frente!
Transformar Formoso
Com ÉTICA e DIFERENTE
Exige um GOVERNO NOVO,
Democrático e INTELIGENTE!


MOBILIZAR O POVO...
É ter Governo Transparente!
É hora de MUDAR Formoso
Com um líder DIFERENTE!
O PSB tem um Projeto Novo
Que é bom pra nossa Gente!


MOBILIZAR O POVO...
Será missão permanente!
Transformar Formoso
É nosso compromisso sempre!
O PSB governa para TODOS,

Com DEUS e nossa GENTE!

Friday, September 11, 2009

PSB DIVULGA PRESTAÇÃO DE CONTAS DO MUNICIPIO DE FORMOSO EM 2008 (LEIA E TIRE SUAS CONCLUSÕES).

Prestação de Contas do Executivo de FORMOSO - MG EM 2008 extraída do site www.tce.mg.gov.br

Receita Corrente Líquida: R$ 10.050.040,86.

Despesa com Pessoal: R$ 4.696.746,38.

Receita Base de Cálculo: R$ 8.357.816,41.

Despesa com Educaçăo: R$ 2.387.436,18.

Despesa com Saúde: R$ 1.303.302,32.

Fonte: Prestaçőes de Contas Anuais encaminhadas ao TCEMGÍndices Apurados

Prestação de Contas do Legislativo (Câmara de Vereadores) de FORMOSO - MG EM 2008 extraída do site www.tce.mg.gov.br

Repasse do Executivo: R$ 489.756,00.

Gasto com Pessoal: R$ 407.107,62.

Subsídio Anual dos Vereadores: R$ 182.406,28.

Fonte: Prestaçőes de Contas Anuais encaminhadas ao TCEMG.

Friday, July 24, 2009

Venha para o PSB de Formoso!
Aguardamos sua FILIAÇÃO em breve!

Se você é uma daquelas pessoas que acompanham a evolução política de Formoso com olhos de lupa, já deve ter percebido que há tempos o Povo deseja votar em NOVAS LIDERANÇAS. Os Velhos Políticos do Município que o povo gostava e respeitava ou já morreram ou não servem mais para governá-lo nesse NOVO SÉCULO. Por falta de NOVAS LIDERANÇAS, dois homens juntos somaram seis mandatos de prefeito, e o atual Prefeito já está no segundo mandato. Isto significa que em 46 anos de Emancipação, três pessoas sozinhas governaram Formoso 31 anos. Isso não é democracia. Mas votar em quem se não havia outros? Existe NOVA OPÇÃO?

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), uma das mais antigas e respeitadas organizações políticas do Brasil, surgiu da luta pela democracia contra a DITADURA de Getúlio Vargas nos anos 1940. A missão do PSB ontem e agora é construir com preparo intelectual e experiência político-ideológica uma nova geração de políticos capazes de entender as novas necessidades do povo. Preservar o meio ambiente, melhorar o sistema de saúde, investir pesadamente em Educação e informática para qualificar a mão-de-obra, lutar por obras de infra-estrutura (saneamento básico, estradas, pontes...), combater a corrupção... são algumas das idéias defendidas por quem se filia ao PSB. Sei que você também defende isso.

O projeto político do PSB em Formoso para as eleições de 2010 e 2012 é defender essas idéias tendo VOCÊ COMO NOSSO FILIADO. Nosso projeto quer trazer para o P.S.B pessoas que possam contribuir como eleitor(a) ou como candidato(a) com a clara visão de que nosso Partido está aberto para NOVAS LIDERANÇAS cuja mentalidade e prática política estejam comprometidas com a ética na política (sobretudo com a transparência das contas públicas) e com o desenvolvimento sustentável – aquele que concilia atividade econômica com conservação da natureza.

O PSB em Formoso entende que nos últimos 25 anos a elite dirigente do nosso município centralizou e centraliza o poder nas mãos de prefeito e alguns secretários. Isso provoca o monopólio do poder que é controlado cegamente por poucas pessoas e IMPEDE O SURGIMENTO DE NOVAS LIDERANÇAS. Um novo modelo de GESTÃO PÚBLICA não será construído em Formoso enquanto perdurar essa estratégia “caciquista” como se o nosso Município fosse uma tribo com alguém que se julga no direito de manipular nosso destino. Povo não é burro para andar encabrestado e eleição não é balcão de negócios. O dinheiro não deve comprar a consciência de nenhum eleitor. E o político que quiser garantir sua vitória comprando eleitor, você, Cidadão Formosense, deve denunciá-lo ao Ministério Público (Promotoria de Buritis) ou a nós mesmos do PSB, que nos responsabilizaremos de ajuizar ação contra esse que é um dos piores atos de corrupção nesse país.

O PSB DE FORMOSO quer você como FILIADO(a). Você é parte do nosso projeto de promover a formação político-ideológica em uma NOVA GERAÇÃO DELIDERANÇAS DEMOCRÁTICAS que pense e planeje o FUTURO DE NOSSA CIDADE neste século XXI. O PSB quer você do nosso lado porque democracia não é só o governo da maioria: é o governo de quem participa e influencia as decisões ao longo dos mandatos. Venha para o PSB de Formoso! Filie-se agora!
Escritor e Prof. XIKO MENDES
(Presidente do PSB em Formoso – MG).

ENTRE EM CONTATO conosco:
xikomendes@yahoo.com.br ou www.psbnacional.org.br

Thursday, July 23, 2009

HOMENAGEM DO PSB AO MEIO AMBIENTE DE FORMOSO

Nova Direção do PSB em Formoso parabeniza a Funatura e o Instituto CHICO MENDES//Ibama pelos 20 ANOS DE CRIAÇÃO DO PARQUE NACIONAL GRANDE SERTÃO VEREDAS!

No domingo, DOZE DE ABRIL DE 2009, ocorreu a passagem dos 20 anos do nosso Parque. Nessa data, em 1989, era sancionado pelo Presidente da República, José Sarney e pelo seu Ministro do Interior, João Alves Filho, o Decreto-lei nº: 97.658 que criava o PARQUE NACIONAL GRANDE SERTÃO VEREDAS com 84 mil hectares incluindo áreas dos municípios de Formoso, Januária e parte de Arinos, no Alto Carinhanha, região dos GERAIS, onde o Cerrado encontra-se com o início da Caatinga.

A luta heróica por sua criação começou ainda em 1977 pela ONG “Centro para a Conservação da Natureza” de Minas Gerais. A FUNATURA (Fundação Pró-Natureza), criada em 1986, juntou-se a essa luta como grande responsável pelo sucesso desse projeto, inclusive porque assumiu a responsabilidade, em todos esses anos, de coordenar o Programa de GESTÃO AMBIENTAL dessa unidade de conservação. Quinze anos depois, o Governo do Presidente LULA aprovou o Decreto de 21 de maio de 2004, que triplicou a área do Parque para 231 mil e 600 hectares. Hoje, o Parque tem mais de 80% de sua extensão dentro dos municípios de Formoso (MG) e Cocos (BA) e o restante em Arinos e Chapada Gaúcha (ambos em MG).

Muitas realizações ocorreram nesses vinte anos. O Parque tornou-se uma realidade irreversível. Por causa dele, os municípios da Região, pelo menos aqueles que priorizam a cultura, o meio ambiente e o turismo, se tornaram mundialmente conhecidos. Por causa dele, foi instalado o Assentamento Agrário SÃO FRANCISCO, que é uma experiência diferente de desenvolvimento agrário aliado a projetos ambientais e de valorização da cultura do povo. Por causa dele, é realizado em Chapada Gaúcha, desde 2002, o ENCONTRO DOS POVOS DO GRANDE SERTÃO VEREDAS. Por causa dele também realizou-se em Formoso, nos dias 6,7 e 8 de junho de 2003, o 1º ENCONTRO DE ARTE, CULTURA E MEIO AMBIENTE que, infelizmente, não teve continuidade devido a falta de consciência eco-política da elite dirigente desse Município. Só agora fazemos o 2º Encontro!

Resultado de uma proposta apresentada à Câmara Municipal de Formoso por membros da Nova Direção do PSB, essa SESSÃO ESPECIAL que se realiza hoje (15 de julho de 2009) é um momento cívico importantíssimo para a construção de um NOVO PROJETO DE FUTURO PARA O NOSSO POVO, um futuro que preserve as nascentes de rios e veredas, onde os agrotóxicos não destruam nosso subsolo, onde a cultura popular seja valorizada, onde, enfim, o governo e seus eleitores voltem os olhos para CONSTRUIR UM OUTRO PROJETO DE CIDADE de forma que meio ambiente e Desenvolvimento não sejam incompatíveis. Nós, do PSB de Formoso, defendemos o EcoSsocialismo.

O PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB) aproveita essa Solenidade para agradecer todos os vereadores formosenses por apoiarem nossa iniciativa. O PSB regozija-se por estar administrando a Câmara de Formoso hoje porque essa solenidade é oportuna para mostrarmos, definitivamente, que CUIDAR DA NATUREZA é investir no futuro do próprio povo e do Planeta. Apesar de ser um município estratégico na região do Parque, Formoso não faz bom proveito dessa vantagem. Não há nas escolas um projeto pedagógico de educação ambiental unificado que focalize as grandes questões ambientais de Formoso e da região. Obras públicas como a barragem do LAGO FORMOSO ou o projeto inconcluso da BARROCA destruíram o meio ambiente e até onde se sabe parece que a Prefeitura do Município não teve (ou não tem) LICENCIAMENTO AMBIENTAL – o que é um desrespeito ao Código Florestal (Lei nº: 4.771 de 1965) e demais instrumentos de legislação existentes.

É público e notório que há em Formoso vários pivôs centrais e o uso indiscriminado de venenos agrícolas. Será que há licenciamento ambiental na agricultura praticada em Formoso? O problema do Lixão em Formoso se arrasta já há cinco anos sem uma solução definitiva e ambientalmente correta. O Reservatório de água localizado no córrego Monte Alegre continua sem estar cercado, cheio de sujeiras e poluído pelo veneno da lavoura vizinha. E ninguém fez nada até hoje de concreto. Esses e tantos outros problemas socioambientais que afetam o Município hoje trarão gravíssimos impactos para o futuro do Povo Formosense. Comemorar os vinte anos de criação do Parque Nacional Grande Sertão Veredas implica também em aproveitar a passagem dessa data fastigiosa para que o Povo, os governantes de municípios como Formoso e os órgãos ambientais possam trabalhar juntos por meio de parcerias que promovam a SUSTENTABILIDADE DO DESENVOLVIMENTO para as atuais e futuras gerações em nossa Região.
DIREÇÃO MUNICIPAL DO PSB EM FORMOSO - MG.

Wednesday, July 22, 2009

Mensagens aos Formosenses do Futuro

ESTATUTO DO CIDADÃO FORMOSENSE

XIKO MENDES

Artigo 1º: Todo formosense tem pleno direito de contemplar as estrelas sem ser incomodado pelos anjos rebeldes do apocalipse.
Artigo 2º: Todo formosense tem direito de erguer seu castelo de sonhos no lugar mais alto do Município com a convicção de que seu imaginário utópico é maior que o próprio universo.
Artigo 3º: Todo formosense merece ter governo, ética e ecologicamente correto, que garanta às gerações presentes e futuras um ambiente vivo e aprazível.
Artigo 4º: Todo formosente é livre para bater na porta de seus governantes (prefeito e vereador) e dizer-lhes que merecem uma cuspida na cara sempre que deixarem de cumprir o que prometem em palanque.
Artigo 5º: Todo formosense deve usufruir da liberdade de pensar sobre o inútil, mentir debaixo dos jatobás centenários em primeiro de abril contando histórias inventadas pelos querubins do além, e dizer ao mundo que é a pessoa mais feliz da Terra.
Parágrafo Único: Todo formosense da gema se regozija batendo no peito para dizer em todo lugar por onde passa que é de Formoso de Minas – o melhor lugar de todas as galáxias.
Artigo 6º: Todo formosense que mudou de seu Município tem a obrigação de voltar à cidade em anos bissextos para recordar-se de que o homem cortou o tempo no calendário para que se tenha sempre um recomeço.
Artigo 7º: Todo formosense que se preze como amoroso à terra tem que visitar pelo menos duas vezes na vida o Parque Nacional Grande Sertão Veredas, a Festa de Julho e a Festa de Santo Antônio em Goiaminas, e subir com pés descalços o Morro do Barreiro e as serras do Piratinga e do São Domingos para deslumbrar-se com as variadas e infinitas potencialidades do Município.
Artigo 8º: Todo formosense cuja alma telúrica é contaminada pela MINEIRIDADE dos grandes homens como Tiradentes, Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves, deve indignar-se contra a censura, colocar-se em defesa da democracia e invocar a saudade dos antepassados com a certeza de que a caminhada para o futuro depende do compromisso em preservar o passado transformando a realidade presente.
Artigo 9º: Todo formosense deve passar no mínimo um dia em silêncio meditando sobre o que fomos, quem somos e o que cada um deve fazer para melhorar o que seremos na Posteridade enquanto povo que celebra a grandeza de Minas.
Artigo 10: Os casos omissos ou não previstos neste Estatuto serão resolvidos pelo Fórum Internacional de Defesa da Formosinidade cujo endereço é Rua Esperança, número 1963, Edifício Primeiro de Março, bairro Paraíso, cidade de Formoso.
Artigo 11: Este Estatuto entra em vigor na data de sua afixação no coração de cada formosense.
Artigo 12: Revogam-se as Disposições em Contrário com o compromisso de que cada formosense com espírito patriótico levará consigo uma cópia deste Estatuto para o túmulo como prova documental a ser apresentada no Juízo Final onde os anjos advogarão junto a Deus o último direito de um formosense: o de que sua alma pintará nos céus a palavra FORMOSO, e assim descansará em paz no último dia do décimo segundo mês do ano.

Manifesto para uma
NOVA GERAÇÃO DE FORMOSENSES DIFERENTES
(pois em 2013 FORMOSO/MG completará 50 Anos de Emancipação Política e precisamos inaugurar uma Nova Era para o Centenário da Cidade em 2063).


Nasci FORMOSENSE com sangue baiano-mineiro tomando água do ribeirão Rasgado, afluente do Piratinga, que hoje está morrendo aos poucos envenenado com agrotóxicos e ressecado por causa do assoreamento proveniente de entulho e terra vindos das lavouras. É, pois, uma das tantas vítimas silenciosas da omissão política daqueles que deviam se sensibilizar com a morte trágica dos nossos rios, veredas e chapadas que embeleza(va)m cenários bucólicos nos vales desse Urucuia legendário. O Urucuia que encanta homens e magos da poesia e das sagas do sertão como Guimarães Rosa. Mas não encanta certos políticos mesquinhos só preocupados em fazer obras improvisadas ou inacabadas e em comprar votos em troca de assistencialismo ou dinheiro vivo. São pessoas desprovidas de sentimento pelo belo, pela natureza viva em permanente renascer, e por tudo o que há de simples, porém, esplendoroso ao alcance dos nossos olhos nos quatro cantos desse pedaço perdido de Minas onde pulsa a MINEIRIDADE nordestinamente goianizada pelo Povo Formosense.

Nasci formosense cinco anos depois de Formoso ter se tornado cidade em 1963; e fui menino livre na beira da grota do Barreiro (hoje poluída pelo lixão). Ali joguei bola em campos de futebol amador, dei toque mágico em frutos do Cerrado (como o jatobá) transformando-os em vacas, bois e cavalos. Brinquei de caminhão feito de buriti, andei descalço nas pedras de córregos sem poluição. Dormi em camas de vara com colchão de capim. Contemplei as paisagens verdes que ainda existiam antes da nossa cidade caminhar em direção ao Morro do Barreiro sem que os políticos aprovem um Plano Diretor Local que garanta a sustentabilidade de Formoso com base no Estatuto da Cidade (Lei Federal 10.257 de 10/7 de 2001).

Nasci FORMOSENSE de alma inquieta contrária à unanimidade dos medalhões encastelados em palácios ou casas de luxo. Certos políticos me acusam de ser um inconformado com governos medíocres. É verdade que não consigo ser aliado por muito tempo de políticos cujo cérebro não pensa além da própria sombra do míope que o carrega. Em minha vida eu sempre QUERO MAIS E MELHOR para Formoso. E desde criança, ou melhor, desde o início de sua Emancipação Política, NUNCA DEIXEI DE ACOMPANHAR OS PASSOS LENTOS de Formoso em direção ao Futuro. Vi Formoso aos dez, aos vinte, aos trinta, aos quarenta e agora caminhando aos CINQUENTA ANOS COMO CIDADE DE MINAS ignorada até recentemente pelos mapas do IBGE e pelos políticos caçadores de voto no Interior. Essa é a razão de minha luta: não querer que o progresso em Formoso continue chegando em casco de tartaruga!

Nasci FORMOSENSE aprendendo com meus pais ex-vaqueiros que não devia cruzar os braços e esperar o progresso chegar. Era (e é) necessário lutar por ele. Ainda vivi o Formoso dos carros-de-boi fazendo buraco nas poucas ruas sem asfalto. Ainda vivi infância sem televisão e sem telefone. Ainda vivi o Formoso das inesquecíveis festas do Imperador do Divino, da malhação do Judas em cima do jegue de Maroto, o Formoso das lendas e das histórias épico-pitorescas relatadas por contadores de causos sentados na rede do alpendre, pitando um cachimbão ou um cigarro de palha com fumo de rolo plantado no fundo dos velhos currais quando a pecuária era mais importante que o agronegócio. Ainda vi Formoso amarrando cavalos de tropeiros e cavaleiros nos pés de jatobás centenários e nas mangueiras da pensão de Dona Ana. Ainda vivi, já no fim, o Formoso das grandes boiadas que saíam do Município para virar quitute e salsicha nas grandes metrópoles. Ainda vivenciei histórias de bravos viandantes guiando tropas para Januária em busca de mercadorias trazidas pelos vapores do rio São Francisco antes de Brasília existir. Ainda vivi um Formoso que até 1979 tinha menos de dez ruas. A cidade estava espremida entre as ruas Felipe Tavares e Castelo Branco, e entre a grota Barroca (hoje morta) e o Cemitério (hoje superlotado).

Nasci FORMOSENSE para lutar desde sempre e eternamente por um FORMOSO justo, democrático, igualitário, fraterno e onde o Futuro seja um sonho realizável e bom para todos (homem e natureza). Por isso, desde menino, nos anos 1980, despertei-me para penetrar nos poros e na alma de Formoso, pesquisando tudo e conhecendo seu território e suas tradições cortando o tempo em fios de história. E de tudo o que vi, ouvi e relatei, evoco minhas lembranças para dizer aos FORMOSENSES DE AMANHÃ que há pouco mais de vinte anos acabava a época do CANDIDATO ÚNICO a Prefeito e a época do PARTIDO ÚNICO dominando o Legislativo e o Executivo em Formoso. A partir do resultado das eleições municipais de 1988 FORMOSO NUNCA MAIS FOI O MESMO. Surgiram as disputas políticas e o processo de escolha tornou-se competitivo. Ninguém mais é “predestinado” a governar Formoso!

O Povo Formosense plantou a semente da LIBERDADE e construiu seu caminho para a Democracia respirando os ventos de uma cidade que se quer para todos, e que valorize a criança, a mulher, o jovem, o idoso, os deficientes e todos aqueles que nasceram em Formoso ou fizeram dele sua pátria adotiva. Essa democracia, que ainda não se consolidou, foi gestada entre 1989 e 2004 dentro de um processo de transição marcado por violenta RADICALIZAÇÃO POLÍTICA com brigas judiciais, denúncias de corrupção, morte não esclarecida, entre outros episódios de triste memória. E é sobre essa democracia que nos trouxe a saudável ALTERNÃNCIA DE PODER POLÍTICO, o respeito às DIFERENÇAS e a certeza de que o único dono das cadeiras de prefeito e vereador é o Povo Formosense, que venho falar hoje.

Venho falar dessa Democracia Pós-1988 que deu ao voto sua verdadeira importância cívica no Estado Democrático de Direito como instrumento catalisador de mudanças políticas e aglutinador de expectativas nem sempre positivas, mas fruto da esperança que leva o povo às praças sem censura e incendeia a alma das ruas grávidas de sonhos coletivos. Venho falar dessa Democracia Pós-1988 que ajudei a construir destruindo o bairrismo xenófobo contra os forasteiros; essa Democracia Pós-1988 que derrubou preconceitos elegendo pobres, mulheres e semi-analfabetos como representantes da população e derrotando nas urnas muitos figurões da elite que se julgavam no direito de manipular a voz e o voto popular.

Foi essa Democracia Pós-1988 que deu independência e sede própria à Câmara de Vereadores; que introduziu as leis trabalhistas e o concurso público como forma ética de ingresso no Serviço Público Municipal apesar de ainda predominar o NEPOTISMO em muitas nomeações. É essa Democracia Pós-1988 que deu um basta ao Continuísmo eleitoreiro destruindo vaidades de POLÍTICOS QUE SE CONSIDERAVAM INVENCÍVEIS NAS URNAS, pois se achavam donos da vontade popular. Foi essa Democracia Pós-1988 que impediu a volta da candidatura única para Prefeito no ano 2000 e estimulou a competição de CINCO CANDIDATOS A PREFEITO nas eleições de 2008, uns sem a menor chance de se elegerem, mas certos de que o direito de disputar lhes pertencia independente de ser rico ou pobre.

Mas também foi essa Democracia pós-1988 que é responsável pelo surgimento do populismo assistencialista, do crescimento urbano desordenado e de outras tantas mazelas políticas e sociais não resolvidas neste início de século XXI. Formoso é hoje um município sem LIDERANÇAS políticas respeitadas, fortes e INTELECTUALMENTE preparadas para governá-lo. O resultado das eleições municipais de 2004 pôs fim a um ciclo de poder político iniciado em 1989, mas não pôs fim aos vícios políticos na Gestão Pública Municipal acumulados ao longo desse período. Vícios como centralização de poder nas mãos de prefeitos e chefes de gabinete personalistas, empreguismo como instrumento de controle social de parte do eleitorado, ausência de QUALIFICAÇÃO TÉCNICA em boa parte dos membros de SECRETARIADOS DO GOVERNO MUNICIPAL e improvisação no gerenciamento da máquina administrativa por despreparo intelectual junto à falta de PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (não há definição de metas de forma clara e transparente). Esses e outros vícios decorrem da própria conveniência política aliada ao oportunismo maquiavélico daqueles que desejam se perpetuar no poder manipulando as aspirações populares sem planejar o desenvolvimento da cidade para as gerações futuras.
O resultado das eleições municipais de 2008 em Formoso, ao contrário do que eu esperava, NÃO É O INÍCIO DE UM NOVO CICLO DE PODER NO MUNICÍPIO. A reeleição aprovada nas urnas não é prova do surgimento ou auto-afirmação de uma liderança única na Cidade como também não é o início de um novo monopólio do poder político por parte dos vitoriosos. O resultado é fruto de uma conjunção de fatores: de um lado havia candidatos sem nível de competitividade política e, por outro, havia candidatos com altíssimo índice de rejeição popular. Foi isso, associado a outros elementos, que produziu a vitória reeleitoral. Portanto, não é bom para a Democracia como não será bom para o futuro de Formoso compartilhar dessa ESTRATÉGIA AUTORITÁRIA de que as próximas eleições municipais serão um retorno ao passado com CANDIDATO ÚNICO para Prefeito de Formoso em 2012.

Venho hoje falar de um novo tempo. Um tempo que começa agora visando construir a DEMOCRACIA Pós-2012 que preparará Formoso para os cinqüenta anos de sua EMANCIPAÇÃO POLÍTICA no ano seguinte. A Democracia Pós-2012 deve preocupar-se com o combate à corrupção, com a implantação de políticas públicas de desenvolvimento sustentável que construam uma nova relação (harmoniosa) entre crescimento socioeconômico racional e preservação do meio ambiente, e que também PRIORIZE A EDUCAÇÃO básica não só como instrumento de qualificação de mão-de-obra, mas como base de promoção da cidadania.
Quero um Formoso Diferente desse que é projetado por certos políticos de visão curta, e são fazedores de obras eleitoreiras e imediatistas. Um Formoso que valorize o ar puro soprado pelos ventos vindos das VEREDAS GERAIS. Quero um Formoso onde o povo saiba em praça pública quanto a Prefeitura e a Câmara Municipal receberam e quanto gastaram mensalmente. Quero um Formoso que não deixe ninguém morrer por falta de socorro médico ou de hospital sem equipamentos mínimos. Quero um Formoso que valorize a vida, sua gente, sua história, sua cultura...; um Formoso que estimule a participação política do povo nas ações do governo; um Formoso que preserve as águas, as paisagens naturais, a terra onde nascemos e dela extraímos nosso sustento; um Formoso que ame a poesia e o som da palavra em prosa.

Quero um Formoso Diferente que ora caminha rápido como notícia na internet, mas também trilha em silêncio e lentamente como o vôo de um pássaro aspirando, devagar, o gosto da liberdade. Quero um Formoso com a prudência dos sábios, com a perspicácia da coruja, a paciência da lesma e a fantasia das crianças.

Essa é a Democracia Pós-2012 que desejo ao Povo Formosense por meio deste Manifesto.
Quero um Formoso DIFERENTE! E você?

Formoso – MG, 1º de março de 2009.

Escritor XIKO MENDES
Por que se ROUBA tanto da Administração Pública? EVITE A CORRUPÇÃO EM FORMOSO!

Xiko Mendes, Presidente Municipal do PSB em Formoso-MG.

Diferente do que acontece na iniciativa privada, NADA SE COMPRA e nada se vende SEM LICITAÇÃO na Administração Pública (federal, estadual ou municipal), exceto os casos previstos em legislação. O artigo 22 da Lei nº: 8.666/93 impõe aos Ordenadores de Despesas públicas (Presidente, Governador, Prefeito, Presidente de câmara municipal, entre outros) o uso obrigatório de cinco procedimentos licitatórios. Para cada instrumento convocatório exige-se ampla divulgação de editais para que os interessados e a opinião pública (você, cidadão formosense) tomem conhecimento.


O LEILÃO é utilizado sempre que há a necessidade de se vender algum bem (móvel ou imóvel) do Governo. Aí adota-se como critério o de MELHOR OFERTA (ou maior lance). O CONCURSO é utilizado quando o Governo necessita da prestação de serviços especializados ou TÉCNICOS. A CONCORRÊNCIA, a TOMADA DE PREÇOS e o CONVITE são utilizados na maioria das situações. O critério de escolha da melhor proposta está condicionado à apresentação, pelo proponente (empresa, pessoa física e outras pessoas jurídicas), do MENOR PREÇO ou da MELHOR TÉCNICA ou de MELHOR TÉCNICA E PREÇO (conforme artigos 44 a 46 da lei citada). Recentemente, foi instituído também o PREGÃO ELETRÔNICO onde, por meio da internet, os governos realizam procedimentos licitatórios.

Essa mesma Lei, por sua regulamentação atual em 2009 (artigos 23 e 24) prevê a DISPENSABILIDADE DE LICITAÇÃO nos seguintes casos: 1) – Quando o Governo tiver que fazer obras e serviços que dependam de ENGENHARIA (exemplos: construção de edificações como casa ou prédio escolar, pontes, abertura ou manutenção de estradas), não é necessária a licitação se o valor for abaixo de QUINZE MIL REAIS; 2) – Quando o Governo realizar COMPRAS E OUTROS SERVIÇOS (que não exijam engenharia), também a licitação é dispensável caso o valor for inferior a OITO MIL REAIS. É aqui que encontramos parte da resposta à pergunta que formulamos.

Em MUNICÍPIOS PEQUENOS como Formoso, grande parte das obras ou serviços públicos é de pequeno valor. Quando não se tem um governante honesto, ele e sua corja de bajuladores se locupletam com o Erário Municipal. Roubam os cofres públicos com a maior cara de pau apresentando notas frias (nelas registra-se mais serviços ou produtos do que o necessário utilizado; e a diferença é rateada entre os comparsas). Outra forma de se roubar do Governo ocorre com o tipo de licitação mais usado: o CONVITE.

O CONVITE é usado sempre que o valor for orçado entre 8 e 80 mil reais (para COMPRAS e demais serviços) ou entre 15 e 150 mil reais (para obras e serviços de ENGENHARIA). A apresentação de propostas é limitada a um mínimo de três concorrentes. Para o espertalhão “ganhar SEMPRE essa licitação”, há duas estratégias habituais: 1) – ele monta uma empresa de verdade e mais duas de fachada, porém, regularmente cadastradas, e apresenta três orçamentos com preços diferentes; 2) – apresenta o orçamento da empresa dele e combina com dois outros amigos empresários, que apresentam orçamentos de mentirinha só para atender as formalidades da lei; e entram em acordo para que um desses dois ganhe a próxima licitação e assim se faz o rodízio.

É por isso que há empresas campeãs em ganhar licitação do Governo. Sabe como elas conseguem? Usam de dois estratagemas: 1) – O empresário deve ser sempre amigo de quem ganha a eleição, ainda que não goste do eleito; 2) – Doar dinheiro para financiar a campanha dos dois candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de opinião pública. Em cidades pequenas, o esquema ainda é mais escandaloso porque, como já foi dito, A MAIOR PARTE DAS OBRAS E SERVIÇOS tem preço inferior a 150 mil reais. Dá pra você imaginar o quanto de comissão, suborno e superfaturamento acontecem?

Se os valores forem superiores aos citados, utiliza-se TOMADA DE PREÇOS para quantias entre 150 mil e 1.500.000,00 (obras e serviços de engenharia) ou entre 80 mil e 650.000,00 (COMPRAS e demais serviços). Usa-se CONCORRÊNCIA PÚBLICA, respectivamente, para valores acima dos que foram mencionados agora. Há também outros casos (pouquíssimos) de INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO previstos nos artigos 25 e 26 da Lei 8.666/93 (procure conhecê-los!).

Como se vê, a CORRUPÇÃO anda solta no Brasil inteiro por várias razões: os governantes apostam na desinformação do Povo que não conhece a legislação aplicável e aí aproveitam para NÃO DAR AMPLA DIVULGAÇÃO AOS PROCEDIMENTOS LICITATÓRIOS; esses governantes também DEIXAM DE PRESTAR CONTAS EM PRAÇA PÚBLICA sobre O QUE ARRECADAM E O QUE GASTAM já que o Povo não sabe que é direito dele tomar conhecimento conforme previsto no artigo 31 da Constituição Federal.

Você, (e)leitor, sabe agora por que em FORMOSO o povo desconhece COMO SE COMPRA e como se vende na Prefeitura e na Câmara Municipal? Não deixe quem FOI ELEITO COM SEU VOTO roubar o dinheiro dos nossos impostos! Exija seu direito!
Eu quero um FORMOSO DIFERENTE! E você?

Thursday, February 21, 2008

BEM-VINDO(a) A FORMOSO!

Fundação da Cidade de Formoso

Xiko Mendes


Coberto de bela paisagem
Com vegetação de Cerrado,
Muito própria para pastagem,
O terreno foi logo demarcado.

Era ali um lugar de bons ares,
Ótimo para pousos na viagem.
Foi assim que Felipe Tavares
Parou com a sua bagagem!

Dormiu, acordou sem coragem
Após seu descanso de peregrino.
Foi aí seduzido pela miragem:
Estava selado o nosso destino!

Não sabemos se fazia friagem
Quando, embaixo de velhos jatobás,
Verdes mesmo durante a estiagem,
Ele decidiu que não ia mais viajar.

Fixou sua casa à beira da margem,
Mas afastado de um brejo lodoso;
E inscreveu sua primeira mensagem:
Sou dono do Sítio do Corgo Formoso!

Deu terra à Nossa Senhora d’Abadia,
A poucas léguas daquela contagem;
Era o Registro Fiscal de Santa Maria,
Um posto goiano da Real Corretagem.

Não muito distante da Grota Barreiro
Outros pararam com sua matulagem.
Famílias como Ornelas e Carneiro
Optaram criar gado para vendagem.

Sendo da Santa, aumentou a vinda
De gente para esta antiga hospedagem,
Que colonizou os vales do Piratinga
Expulsando o guerreiro índio selvagem.

Muito tempo depois veio ser Distrito
Devido à sua grata camaradagem.
E assim Formoso, o atual Município,

Ainda é o Cenário da Bela Paisagem.

Wednesday, November 28, 2007

BANCO DE DADOS SOBRE FORMOSO-MG

VOVÓ BRISDA – MÃE PRETA DE FORMOSO

Xiko Mendes

Era negra, linda e donzela
Antes de ir para a cama,
Amante de Brás Ornelas
Lá em terras lusitanas.

Era donzela, linda e negra,
Não era qualquer mucama;
Vivia livre como princesa
Lá em terras africanas.

Era negra, donzela e linda;
Em Formoso tem a fama
De ter vivido no Piratinga
Lá em terras urucuianas.

Era donzela, linda e negra
E, acima de tudo, mulher
Exalando a sua beleza
Como as ondas da maré.

Era negra e linda donzela
Quando ainda era virgem.
Não negue porque é dela
Essa nossa mulata origem!

CAVALGAR
“Senhores, MEUS CAVALEIROS, PODEM PASSAR, sem susto e com gosto (...)”.
ROSA, Guimarães; GRANDE SERTÃO: VEREDAS, 33ª impressão, Rio, Nova Fronteira, 1988, p. 473.

Vander O. Borges
CAVALGAR é se expor ao vento;
Deliciar-se com o Sol da Alvorada;
Acomodar o pensamento;
SER TUDO, SER NADA !!!

CAVALGAR é sentir o Sol e a chuva:
Toque das mãos do Criador,
Doce sabor da uva,
PUREZA, PAZ e AMOR.

CAVALGAR é buscar a Fonte,
Percorrer TRILHAS, Espigões e Campinas;
Desbravar encostas e montes;
Vencer os SERTÕES DE MINAS!

CAVALGAR é...
Preservar as TRADIÇÕES e a NATUREZA!
No balanço do cavalo o Reviver da História!
Hoje com a bandeira da ECOLOGIA:
Vida, VERDE, Vitória!!!

CAVALGAR é se dar ao aprendizado
Na aridez do agreste, no frescor da ÁGUA nascente;
No cansaço do corpo que purifica a alma
A sensação de ser PÁSSARO, RIO, serpente!

A essência humana é alegria, amor, simplicidade
Como a Lua, o Sol, o Abraço, o Aperto de Mão...;
CAVALGAR é fonte de FELICIDADE...,
AMIZADE, FORÇA, INTEGRAÇÃO!!!

BANCO DE DADOS SOBRE FORMOSO - MG
1 – LOCALIZAÇÃO:

Formoso pertence à Macro-região SUDESTE DO BRASIL. Localiza-se na Mesorregião NOROESTE DE MINAS integrando o extremo norte da microrregião de Unaí.
É um município do Médio São Francisco com 14’56”59º de latitude sul e 46’15”35º de longitude oeste.
Tem um território de 3.833,40 Km2 com clima tropical de altitude.
Fica a 263 Km de Brasília-DF e a 860 Km de Belo Horizonte – MG (distância por via terrestre).

2 – FRONTEIRAS INTERMUNICIPAIS:

Formoso fica no marco divisório denominado TRIJUNÇÃO: divisa de Minas Gerais com Goiás e Bahia ou divisa das regiões Sudeste, Centro-oeste e Nordeste. E divide-se...
Ao norte com Cocos-BA;
Ao noroeste com Sítio d’Abadia – GO.
A oeste com Alvorada do Norte – GO.
A sudoeste com Flores – GO.
Ao sul com Buritis – MG.
A sudeste com Arinos – MG.
A leste com Chapada Gaúcha – MG.

3 – ONDE COMEÇA E ONDE ACABA O MUNICÍPIO DE FORMOSO?

“Começa no rio São Domingos na foz do córrego Pedra de Amolar; segue por este Rio acima até defronte a cabeceira do córrego Gameleira, na Serra Geral de Goiás (divisor de águas das bacias do Urucuia/Paranã); segue por esta Serra (divisa MG/GO) até o Marco Trijunção. Daí segue até a cabeceira do rio Carinhanha, desce por este (na divisa MG/BA) até a foz do rio Preto. Sobe este Rio até a foz de seu afluente, o ribeirão Santa Rita; prossegue subindo este ribeirão até a foz da vereda Três Irmãos; sobe por esta até a confluência de seus dois braços formadores e daí passando pelas cabeceiras do Rio Preto (já citado), pela vertente da margem esquerda do córrego do Costa, passando pela Serra da Bocaina até atingir a foz desse córrego no rio Piratinga; desce por este até a foz do córrego Taquaril; sobe por este córrego até sua cabeceira, continua por espigão até o ponto fronteiro à cabeceira do córrego Pedra de Amolar; e desce por este córrego até sua foz no rio São Domingos”.

4 – ESTRUTURA VIÁRIA:

O acesso rodoviário à Cidade é feito, indiretamente, pela BR-020 (Brasília-Fortaleza) ou pela rodovia estadual GO-444 (Sítio d’Abadia – Alvorada do Norte) e diretamente pela rodovia estadual MG-400 (Formoso-Unaí). Dentro do município há dezenas de estradas vicinais ligando as comunidades rurais.

O Censo do IBGE em 2000 registrou uma população de 6.517 habitantes. Último censo: FICO DEVENDO A RESPOSTA.

5 – ESTRUTURA URBANA

O Perímetro Urbano de Formoso é baseada na Planta Cadastral aprovada em 1990 e ocupa uma área de duzentos e cinco hectares, um are e quarenta centiares que corresponde a 2.050.140 metros quadrados totalizando 196 quadras e 2.110 lotes assim distribuídos: Setor I: 82 quadras e 1.003 lotes. Setor II: 41 quadras e 381 lotes. Setor III: 56 quadras e 513 lotes

· 1830 – 1870: Arraial de Nossa Senhora do Formoso.
· 1870 – 1962: Vila Formoso. Entre os anos 1930 e 1950 surge o povoado de Goiaminas.
· 1963 – 1980: Formoso é composto de apenas um bairro: o Centro antigo limitado ao norte pela Rua Felipe Tavares e ao sul pela atual Avenida Castelo Branco.
· 1980 – hoje: a cidade se compõe de cinco sub-áreas urbanas: Centro Antigo já citado, Barroca, Expansão acima da Casemg, Cerrado Quente e Capuava (que está metade dentro e outra fora do Perímetro Urbano).
· Fora do Perímetro Urbano: Vale do Amanhecer (1981) e Vila Goiaminas elevada a distrito em 2003.

6 – ESTRUTURA DOS PRINCIPAIS SERVIÇOS PÚBLICOS:

· Educação: três escolas no distrito-sede (uma municipal e duas estaduais) e mais duas importantes escolas municipais no território do Município. O sistema de ensino é dotado da educação infantil ao superior com faculdade em campus provisório.
· Saúde: conta com um hospital municipal e outras pequenas unidades de saúde.
· Comunicações: Telefone, correios, televisão e emissora de rádio. Tem internet em sistema precário.
· Saneamento: água potável, energia elétrica e asfalto parcial no distrito-sede.
· Não tem esgoto nem estação de tratamento de lixo,

7 – ESTRUTRURA LUDO-TURÍSTICA:

· Área urbana: Lago Formoso, Jatobás centenários, Igreja, algumas casas antigas, arte sacra (estátuas de santo e do Cristo Redentor), etc.
· Área Rural: casarões de fazenda como a da Bela Lorena, Parque Nacional Grande Sertão Veredas, Gruta do Feio, Serras do Piratinga e do São Domingos, etc.
· Hospedagens e diversão: dois hotéis e um clube social.
· Principais eventos realizados anualmente: Aniversário da Cidade (1º de março), Festa de Santo Antônio (junho), Cavalgada Ecológica (feriado de Corpus Christie), Festa de Julho e Reveillon.

8 – ESTRUTURA HIDROGRÁFICA DO MUNICÍPIO:

MICROBACIA DO LAGO FORMOSO
Formada pelo córrego Formoso – que dá nome à Cidade – a microbacia constitui-se do Lago homônimo represado em 1998 na 10ª Administração do Município. O córrego Formoso tem como afluentes principais a grota Barreiro, o riacho Monte Alegre e a Vereda Estiva, além de outras pequenas nascentes que deságuam no seu leito. O córrego Formoso desemboca no ribeirão Rasgado – afluente do rio Piratinga.
A Microbacia do Lago Formoso, além de seu indiscutível potencial eco-turístico, apresenta-se como de vital importância para a sustentabilidade da Cidade de Formoso, sobretudo como fonte de abastecimento de água potável nas próximas décadas quando a população urbana crescer e aumentar, mais ainda, as demandas por serviços de saneamento ambiental – rede de esgoto e de água, por exemplo.

SUBBACIA DO ALTO MÉDIO PIRATINGA
Principal região hidrogeoeconômica de Formoso, compreende o norte e centro-oeste do município e aí encontra-se localizada a Cidade. É o que tem em seu curso a maior extensão dentro de Formoso. Afluentes mais significativos: Lamarão, Rasgado, Quebra-quinaus, Tabocas, São Pedro, Ingazeiro, Extrema, Bonito, Logradouro, Olhos d’Água, Costa Ledo, Arroz, Capão do Meio, São Cristóvão, Barra Grande, São Antônio, Buritizinho, Jacu, Santa Bárbara, Campo de Fora, Lingüiça, Lajes e Taquaril.
O rio Piratinga era primitivamente conhecido como Paratinga. É estreito, de leito pedregoso, nasce nas contravertentes da Serra Geral, divisa MG/GO, percorre o município no sentido NO/SO e deságua no Urucuia, já dentro de Arinos-MG. Ao longo de dois séculos tem desempenhado uma importante função histórica na colonização e desenvolvimento de Formoso. Com vastas áreas de chapadas, aí se expandiu a Pecuária Extensiva, principal base econômica do Município até 1970. Daí em diante, a região tornou-se a maior produtora de grãos de Formoso, primeiro na Fazenda Caatinguinha como os colonos paturebas, depois com os colonos gaúchos e agora com a Coopertinga – Cooperativa Agropecuária da Região do Piratinga Ltda. Mais de 90% da arrecadação de impostos do Município provém do Vale do Piratinga.

SUBBACIA DO ALTO CARINHANHA
Nasce no meio-norte de Formoso e banha toda a sua região centro-oriental. Segue seu curso oeste-leste como divisor natural entre MG/BA, e deságua no São Francisco. Dentro do Município tem como afluentes mais importantes o rio Preto e o ribeirão Mato Grande. Fora de seu território destacam-se o córrego dos Bois, ribeirão do Gibão, e os rios Cochá e Itaguari. Com imensas veredas, chapadões arenosos e buritizais, sua vocação produtiva foi logo direcionada à criação de gado até o momento em que na área por ele banhada instalou-se o Parque Nacional Grande Sertão Veredas.
O rio Carinhanha concentra em seu bioma uma das mais ricas biodiversidades em áreas de GERAIS. Além de sua potencialidade ecossistêmica, o rio também deu sua contribuição à história rodoviária do Brasil-Colônia, pois seu curso era parte da Estrada Real Picada da Bahia.

SUBBACIA DO ALTO SÃO DOMINGOS
É a menor de Formoso, e abrange o sul-sudoeste do Município. Área de relevo montanhoso sob acentuada influência da já citada Serra Geral de Goiás, o rio S. Domingos nasce no extremo noroeste de Buritis-MG. Dentro de Formoso, seu maior afluente é o ribeirão Ponte Grande, além de córregos como Ponte Pequena, Santa Inês, Riacho do Campo e Pedra de Amolar. Fora de seu domínio territorial, na margem direita, destaca-se principalmente o ribeirão Fetal, que já pertenceu à Formoso quando este era distrito de Paracatu.
O curso do São Domingos, que corre no sentido oeste-leste até desembocar no Urucuia, é acompanhado pela Serra de mesmo nome e serve de divisa meridional entre Formoso e Buritis. Ao longo de seu talvegue, é notória a sucessão freqüente de depressões muito profundas (vãos) onde desenvolve-se a agropecuária, e solos alternadamente ondulados com vegetação nativa de chapadas. Historicamente, o Rio serviu de trevo para a passagem de gado boiadeiro entre os centros criadores do Urucuia e os do Paranã, em Goiás, até a Inauguração de Brasília. Em sua margem esquerda próximo à ponte da Rodovia MG-400 localiza-se também a Forca da Tocaia do Salobro, monumento que evoca tristes lembranças da época do Carrancismo.

AQÜÍFERO URUCUIA
É um grande reservatório de águas subterrâneas que ainda dispõe de pouquíssimos estudos hidrogeológicos e por isto é pouco conhecido inclusive entre os próprios municípios que ele abrange. Esse aqüífero ocupa uma extensão de 500 Km. Sua área de abrangência começa no Alto Urucuia onde estão os rios formadores desta bacia como o Piratinga e o São Domingos sendo, portanto, da responsabilidade do Município de Formoso cuidar bem do Meio Ambiente, evitando a poluição do solo e do subsolo.
Estão dentro do Aqüífero Urucuia quase toda a Bacia do Urucuia (MG), toda a Bacia do Carinhanha, as nascentes do rio Corrente (goiano, integrante da Bacia do Paranã), o Sudeste de Tocantins, alguns municípios do extremo sul do Maranhão e Piauí, e principalmente todo o território do Oeste da Bahia onde se encontra 75% da área de abrangência totalizando 120 mil Km2. O aqüífero tem em média 400 metros de profundidade chegando a 1.500 M na área sul de abrangência, ou seja, no Alto Urucuia onde estão os rios de Formoso. Os poços perfurados chegam a ter uma vazão de 400m3/h, variando de 10 a 12m3/h/m. Os ciclos de produção agrícola insustentáveis, se forem mantidos com o uso de fertilizantes e agrotóxicos, comprometerão a existência desse aqüífero, pois ao contrário das águas superficiais (as do leito do rio) que se decantam em menos tempo, as águas subterrâneas, por seu deslocamento lento, são muito mais suscetíveis à poluição ambiental.

9 – RELEVO, SOLO E CLIMA:

O solo do território de Formoso-MG pertence ao bioma Cerrado e é parte integrante da Bacia Sedimentar do São Francisco na região do Planalto Central. Sua estrutura rochosa é de origem cenozóica. Sua formação geológica pertence ao Grupo Urucuia.
No Município predomina o latossolo vermelho-amarelo com textura média. Os solos podem ser: arenoso (quando tem cerca de 70% de areia), argiloso (30% de argila na sua composição) ou humífero (quando apresenta 10% de húmus).
O relevo de Formoso é 50% plano, 20% ondulado e 30% montanhoso. É formado pelas serras do São Domingos, de Santa Maria (denominação local para a Serra Geral – divisa MG/GO), do Piratinga, do Meio, do Costa, da Bocaina e pelo Morro do Barreiro. Os terrenos são mais elevados no centro-sul do município. Formoso possui em média 840 metros de altitude. Na chapada Vereda Comprida fica a altitude máxima – 1.018 metros – e na foz do córrego do Costa a altitude mínima – 669 metros.
Formoso apresenta clima tropical de altitude com temperatura média anual de 26,4ºC. A temperatura média máxima anual é de 33,2ºC, e a média mínima anual é de 17,8ºC. O índice pluviométrico médio, isto é, o volume de chuvas tem variado, anualmente, entre 1200 e 1320 mm. Em 1976 foi instalada a Estação Meteorológica de Formoso, responsável por informações locais sobre clima e tempo como esta: entre 1982 e 2002, o ano mais quente no Município foi 1999, com temperatura de 38ºC.

10 – FAUNA E FLORA:

A fauna é formada pelo conjunto de espécies animais enquanto a flora é constituída pelo conjunto de plantas existentes em um determinado lugar. A vegetação pode ser nativa, artificial ou exótica.
Segundo a Fundação Pró-Natureza (Funatura), ONG responsável pelo programa de gestão ambiental do Parque Nacional Grande Sertão Veredas mediante autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), só na Bacia do alto CARINHANHA que fica no extremo leste do município de Formoso, estão concentradas 56 espécies de mamíferos, 244 de aves, 62 de peixes, 22 de anfíbios e 31 de répteis. Entre os espécimes novos ou raros e ainda não descritos por cientistas, acham-se o peixe do gênero Laemolyta e um sapo do gênero Bufo. Esta é apenas uma pequena amostragem da riqueza natural presente na fauna do nosso Município.
A flora de Formoso, que já foi muito mais variada do que hoje por causa dos desmatamentos para o Agronegócio, ainda é composta de paisagens exuberantes encontradas ao longo de seu território. Essas paisagens são encontradas em matas ciliares ou de galeria, nas chapadas, brejos, boqueirões, capoeiras e capões, nos campos limpos, etc.

11 – FORMAÇÃO ECONÔMICA:

· 1778 a 1975: A PECUÁRIA era a atividade econômica principal. Predominaram as boiadas e a agricultura de subsistência. A roça e o latifúndio bovinocultor eram as unidades produtivas.
· 1975 até hoje: AGRICULTURA MECANIZADA. Já houve três ciclos econômicos: PATUREBA (1975-1979) com plantação de milho e feijão na Fazenda Caatinguinha; GAÚCHO (1980-1989) com plantação de arroz e soja; e NIPO-CERRATENSE (1990-hoje) com plantação principalmente de soja.
12 - FORMAÇÃO SOCIAL

· 1775 a 1975: Fazendeiros Pecuaristas, ESCRAVOS, agricultores agregados e vaqueiros.
· 1975 até hoje: Fazendeiros Agronegociantes, Comerciantes, Trabalhadores rurais “bóias-frias”, Funcionários Públicos, etc.

13 –FORMAÇÃO HISTÓRICA E POLÍTICO-INSTITUCIONAL

O povoamento do território de Formoso-MG começou na segunda metade do século XVIII como decorrência da movimentação rodoviária colonial
pela Picada da Bahia – Estrada Real oficializada em 1736 pelo rei D. João V, que no mesmo ano instalou o Registro Fiscal de Santa Maria, na fronteira entre Minas Gerais e Goiás, a menos de 70 Km da atual Cidade de Formoso para fiscalizar o comércio de ouro e gado entre o Vale do São Francisco e as Minas do Centro-Oeste, em Goiás e Mato Grosso.
Naquela época a região do município era ocupada por fazendeiros do Norte de Minas e a área do Alto Urucuia – onde Formoso se encontra – pertencia ao domínio usufrutuário de Matias Cardoso de Oliveira, que sucedeu à família baiana Garcia D’Ávila, da Casa da Torre de Tatuapara, que tinha o usufruto do Alto Carinhanha desde 1659, segundo o historiador baiano Moniz Bandeira. Pela Picada da Bahia viajavam autoridades do Reino como D. Luiz da Cunha Menezes – aquele da Inconfidência Mineira – que, nomeado Governador da Capitania de Goiás, deslocou-se de Salvador-BA, hospedou-se no “Sítio Formoso” em 4/10/1778 e registrou o fato em seu diário de viagem – sendo esta a data de origem oficial do nosso povoamento. Não se sabe quem era o proprietário dela, mas a Fazenda Formoso – segundo conservou a tradição oral do século XIX e os “Registros Paroquiais” encontrados na Divisão Fundiária de 1942 – era de propriedade do sertanista FELIPE TAVARES DOS SANTOS, que se supõe ser parente próximo do bandeirante paulista Antônio Raposo Tavares. Na primeira metade do século XIX, além da Família do seu Fundador, outras também se tornaram co-responsáveis pela colonização do território de Formoso como Ornelas, Almeida, Carneiro, Mendes e Magalhães, que se juntaram a outras no século XX como Moreira, Andrade, etc.
Formoso foi elevado à categoria de Distrito do Município de Paracatu pela Lei Provincial nº: 1.713 de 5/10/1870. Depois seu território distrital foi transferido para o Município de São Romão por determinação da Lei Estadual nº: 843 de 7/9/1923. O arraial foi alçado à condição de Vila em 1933. Seu Processo de Emancipação Política foi resultado de um projeto de autoria do Deputado Lourival Brasil Filho, que o incluiu entre os distritos que se tornaram municípios por força da Lei nº: 2.764 de 30/12/1962.
A Instalação do Município de Formoso se deu no dia 1º de março de 1963 – considerada a data oficial de seu aniversário – quando também foi empossado o Intendente Osvaldo da Silva Ornelas. A Câmara Municipal de Formoso só viria a ser instalada com a posse de sua Primeira Legislatura em 5/8/1964, paralelamente à posse do primeiro prefeito.
Estes são os ilustres cidadãos que, eleitos pelo Povo Formosense, já foram empossados como Prefeitos do nosso Município:
· VANDERLINO DE ALMEIDA ORNELAS (Vande) – 1ª Administração Municipal: 1964/1967;
· OSVALDO DA SILVA ORNELAS – 2ª Administração Municipal: 1967-1970;
· JOSÉ BOTELHO DE CASTRO – 3ª Administração Municipal: 1971/72;
· LOURIVAL ANDRADE ORNELAS (Louri) – 4ª, 6ª e 8ª Administrações Municipais: 1973-1976, 1983-1988, 1993-1996;
· NELSON DIAS ANDRADE – 5ª Administração Municipal: 1977-1982;
· ORLANDO JOSÉ DA SILVA – 7ª, 9ª e 10ª Administrações Municipais: 1989-1992, 1997-2000, 2001-2004;
· LUIZ CARLOS SILVA (Luizinho) – 11ª Administração Municipal: 2005-2008.
Obs.: Foram eleitos Vice-prefeitos de Formoso entre 1964 e 2004: Nelson Dias Andrade (quatro vezes), Minervino Andrade Ornelas, Vanderlino de Almeida Ornelas, Osvaldo da Silva Ornelas, Dinarte Henrique Guedes Ornelas, Edgar Carneiro de Araújo, Zenir João Pascoal e Marcos José Francisco de Moura.
No mesmo período (1964 – 2004), foram empossadas onze legislaturas. E estas são as personalidades que integram a Lista da Câmara Municipal de Formoso como os nossos Vereadores: Abdias Magalhães Ornelas, Adelino Carneiro de Queiróz, Adval Pereira Passos, Alberto Carneiro Saraiva, Albertino de Fátima dos Santos, Algemiro Pereira Nascimento, Ana Pereira de Sousa, Antônio Gomes de Oliveira, Antônio Pereira da Silva, Antônio Xavier Pires, Assuero Carneiro de Almeida, Augusto José de Almeida, Benedito da Silva Ornelas, Benedito Rosa Aragão, Cacilda Terezinha Wulff Gurski, Claudemiro Pereira Lins, Dinarte Henrique Guedes Ornelas, Elídio Perdigão, Elísio Pereira Ornelas, Ervino Jeziorny, Evanice de Oliveira Andrade, Eudiene Carlos da Silva, Florípio Alves Santana, Geraldo Edson Teixeira Ornelas, Gerson Moreira dos Santos, Horácio Mendes de Souza, Íon Ives Guedes Ornelas, Isman José Carneiro, Israel Magalhães Ornelas, Izoldino Carneiro de Araújo, Jaudinei Vaz Justino, Jaudival Justino, João Carneiro de Queiroz, Joaquim Borges Carneiro, Joaquim Carneiro Ornelas, Joéton Gomes Ornelas, José Batista de Araújo, José Botelho de Castro, José Carneiro Ornelas, José Euclides Vieira, José de Oliveira, Jurandir Carneiro, Levi Carneiro Magalhães, Lourdes Silva Maciel, Luiz Carlos Silva, Manoel Pereira Gomes, Manoel Pereira Nascimento, Maria Carneiro de Ornelas, Maria Domingas Ferreira de Araújo, Maria Lúcia Santana de Araújo, Mário Santos Filho, Martinho Lopes Ornelas, Minervino Andrade Ornelas, Nelson Dias de Andrade, Odair Guedes Pimenta, Osvaldo Silva Ornelas, Osvaldino José Ornelas, Ozanan Moreira de Sousa, Raimunda José Barbosa Muniz, Raimundo de Paula Almeida, Ramiro Alves de Oliveira, Ranulfo Carneiro de Souza, Sebastião Antônio da Silva, Valdemar Luiz Cecchetto, Valdir Andrade Ornelas, Vanderlino de Almeida Ornelas, Vilmar Teixeira Ornelas e Zenir João Pascoal.

14 – FONTES DE PESQUISA:

· ARAÚJO, Sandra (Org.). Antônio Dó de Volta ao Grande Sertão Veredas, Bsb/Chapada Gaúcha-MG: Unifam/Prefeitura Municipal, 2007.
· BERTRAN, Paulo. Breve Histórico do Noroeste Mineiro e o Parque Nacional Grande Sertão Veredas, Bsb: Funatura/Ibama, 1999 (inédito).
· BRAZ, Brasiliano. São Francisco nos Caminhos da História, Bh: Leme, 1977.
· BRAZ, Petrônio. Serrano de Pilão Arcado (A Saga de Antônio Dó), Sp: Mundo Jurídico, 2006.
· CARNEIRO, Miguel. Formoso: Dois Séculos de História, Goiânia-GO: Edição do autor, 2005.
· CORREIA, Cloude de Souza. Do Carrancismo ao Parque Nacional Grande Sertão Veredas: (des)organização fundiária e territorialidades, Dissertação de Mestrado, PPGAS, Brasília: Unb, 2002.
· CORREIO BRAZILIENSE. Pressão dos Ambientalistas surge efeito, Brasília: S/A Correio Braziliense, 9/4/1989.
· COSTA, João Batista de Almeida. Mineiros e Baianeiros: Englobamento, Exclusão e Resistência, Tese de Doutorado, PPGAS, Brasília: Unb, 2003.
· DURÃES, Oscar Reis. Raízes e Culturas de Buritis no Sertão Urucuiano, Buritis-MG: Prefeitura Municipal, 1996.
· EVANGELISTA, José. O Sertão de Cocos na Bahia, Bsb: Arte e Movimento, 1993.
· FUNATURA/IPHAN. Inventário dos Bens Culturais da Comunidade Assentamento São Francisco Oriunda do Parque Nacional Grande Sertão Veredas, Bsb: 2006.
· JACINTO, Andréa Borghi. Afluentes de Memória: Itinerários, Taperas e Histórias no Parque Nacional Grande Sertão Veredas, Dissertação de Mestrado, Departamento de Antropologia, Campinas-Sp: IFCH/Unicamp, 1998.
· MARTINS, Saul. Antônio Dó, 3ª Ed., Bh: SESC-MG, 1997.
· MATA-MACHADO, Bernardo. História do Sertão Noroeste de Minas Gerais – 1690/1930, Bh: Imprensa Oficial, 1991.
· MELLO, Oliveira. A Igreja de Paracatu nos Caminhos da História, 2ª Ed., Paracatu: Academia de Letras do Noroeste de Minas, 2005.
· MENDES, Xiko. Formoso de Minas no final do Século XX – 130 Anos!, Formoso-MG: Prefeitura Municipal, 2002.
· MENDES, Xiko. Idéias para um Novo Projeto de Cidade em Formoso de Minas, Formoso-MG: UNIFAM, 2007a.
· MENDES, Xiko. Eco-história Local: Formoso em Sala de Aula, Formoso-MG: Unifam/Prefeitura Municipal de Formoso, 2007b.
· MENDES, Xiko. Celebração de um Momento Único, Formoso-MG: ITF, 2003.
· MENDES, Xiko. O Centenário de Guimarães Rosa no Entorno do Parque Nacional Grande Sertão Veredas, Brasília: Unifam, 2008.
· RIBEIRO, Ricardo Ferreira. Sertão, Lugar Desertado: O Cerrado na História de Minas Gerais, Bh: Autêntica, 2006.
· ROSA, Guimarães. Grande Sertão: Veredas, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988a.
· ROSA, Guimarães. Noites do Sertão, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988b.
· SILVA, Suela R. Plantas do Cerrado utilizadas pelas comunidades da Região do Grande Sertão Veredas, Brasília: Funatura, 1998.
· VASCONCELOS, Diogo de. História Média de Minas Gerais, 4ª Ed., Vol. I e II, Bh: Itatiaia, 1974.VIGGIANO, Alan. Itinerário de Riobaldo Tatarana, Brasilia: Comunicação/MEC, 1974.